E algum trocado pra dar garantia
Algum veneno antimonotonia
E algum remédio que me dê alegria. (Cazuza)
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Difícil à percepção dos limites.
Onde tudo começa e acaba.
A confusão da profusão de sentimentos, vidas, rotinas, tempo.
Tudo isso se mistura e vira um nada. Um nada cheio de significados que talvez possamos enxergar. Ou não. Vai depender da sua escolha, ou não; da necessidade, ou não.
Sim e não. A afirmação e a negação que tanto é necessário à vida. São símbolos de uma linguagem, mas que é capaz de mudar qualquer rumo de uma história.
Calo-me porque não enxergo. Não enxergo porque há um grande pano preto frente a mim, que me impede a percepção, e sem sentir quem sou eu? Apenas uma máquina.
A busca nunca irá acabar, a mudança também, então o que faço da vida? O que devo esperar dela? Futuro existe? E o que serei no futuro, se eu sou um nada agora? Vida vivida ou vida condicionada? Vontade de potência ou servidão eterna? Companhia ou solidão?
E de tanto pensar, e de tanto procurar, nada encontro, a não ser um abismo entre eu e eu.
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Cada um vê o seu lado. Eu vejo o meu, você vê o seu.
E é assim que nós montamos nossa cadeia de relacionamentos. A tarefa mais árdua de qualquer tipo de relação é ter que abrir mão em um determinado momento em nome de sei lá o que. A concessão nem sempre é feita de forma harmoniosa e essa “desarmonia” vai acumulando, acumulando, até chegar ao cume.
Maldita hora que eu fui beber da água do senhor Nietzsche e querer para mim alguma vontade de potência, querer viver minha vida sem pensar muito no outro, no futuro, no cultivo de certas relações humanas.... Será que virarei uma ermitã?
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Tudo que eu queria era ser aliada do tempo. De não ter que me dividir em um milhão, quando se quer ser completa, inteira. Queria o tempo só pra mim, queria ser só de mim.
Ps: É tudo meu! Camila Lima
quinta-feira, 25 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Quem sou eu?
Quem sou eu?
Quem é você?
Quem é você?
Eu queria seu amor,
Seu namorado,
Os olhares, os bem quereres.
A amizade fácil,
A sintonia incomum.
Queria erros e acertos,
Abraços apertados, beijos adocicados.
Queria seu pai, sua família,
E bem dizer da vida.
Queria importância e percepção.
Queria ouvintes sensatos e disponíveis
E que soubessem falar com os olhos
Queria entendimento
Ah! Eu queria, só queria.
Quem sou eu?
Quem sou eu?
Quem é você?
Quem é você?
A vida tem limite.
O mundo não.
(Camila Lima)
Quem sou eu?
Quem é você?
Quem é você?
Eu queria seu amor,
Seu namorado,
Os olhares, os bem quereres.
A amizade fácil,
A sintonia incomum.
Queria erros e acertos,
Abraços apertados, beijos adocicados.
Queria seu pai, sua família,
E bem dizer da vida.
Queria importância e percepção.
Queria ouvintes sensatos e disponíveis
E que soubessem falar com os olhos
Queria entendimento
Ah! Eu queria, só queria.
Quem sou eu?
Quem sou eu?
Quem é você?
Quem é você?
A vida tem limite.
O mundo não.
(Camila Lima)
sexta-feira, 19 de março de 2010
Sobre o amor!
A vida não tem definições, mas tiveram alguns seres humanos que tentaram definir, ou ao menos tentar pensar no âmbito do universal. Hoje e só por hoje para mim a filosofia é definição - que te remete a uma reflexão. Nada melhor do que saber o pensamento dos outros e construir o próprio.
Pois bem, segue abaixo, a definição mais linda sobre o amor que eu já li na vida. É de Baruch Espinosa!
"O amor é uma alegria acompanhada de uma ideia de uma causa exterior.
Explicação: Esta definição explica muito claramente a essência do amor. Já a definição dada pelos autores que definem o amor como a vontade do amante de unir-se à coisa amada não exprime a sua essência, mas uma de suas propriedades. E como a essência do amor não foi suficientemente examinada pelos autores, tampouco puderam ter qualquer conceito claro dessa propriedade, o que fez com que todos julgassem a sua definição extremamente obscura. É preciso observar entretanto, que , quando digo que se trata de uma propriedade, no amante, de unir-se, por sua vontade, à coisa amada, não compreendo por vontade um consentimento, nem uma deliberação do ânimo, nem uma livre decisão, nem tampouco o desejo de unir-se à coisa amada quando ela não está ali, nem de continuar em seua presença quando ela está ali, pois o amor pode ser concebido sem qualquer um desses desejos. Em vez disso, POR VONTADE COMPREENDO A SATISFAÇÃO QUE A PRESENÇA DA COISA AMADA PRODUZ NO AMANTE, SATISFAÇÃO QUE FORTALECE A ALEGRIA DO AMANTE, OU, AO MENOS, INTENSIFICA-A
(Ética, Livro III)
Agora reflita como você ama as pessoas, essa definição só serve para isso.
Eu já gostava desse holândes sem conhecer sua filosofia direito, agora então... mais ainda. Eu realmente sou movida por paixões!
Pois bem, segue abaixo, a definição mais linda sobre o amor que eu já li na vida. É de Baruch Espinosa!
"O amor é uma alegria acompanhada de uma ideia de uma causa exterior.
Explicação: Esta definição explica muito claramente a essência do amor. Já a definição dada pelos autores que definem o amor como a vontade do amante de unir-se à coisa amada não exprime a sua essência, mas uma de suas propriedades. E como a essência do amor não foi suficientemente examinada pelos autores, tampouco puderam ter qualquer conceito claro dessa propriedade, o que fez com que todos julgassem a sua definição extremamente obscura. É preciso observar entretanto, que , quando digo que se trata de uma propriedade, no amante, de unir-se, por sua vontade, à coisa amada, não compreendo por vontade um consentimento, nem uma deliberação do ânimo, nem uma livre decisão, nem tampouco o desejo de unir-se à coisa amada quando ela não está ali, nem de continuar em seua presença quando ela está ali, pois o amor pode ser concebido sem qualquer um desses desejos. Em vez disso, POR VONTADE COMPREENDO A SATISFAÇÃO QUE A PRESENÇA DA COISA AMADA PRODUZ NO AMANTE, SATISFAÇÃO QUE FORTALECE A ALEGRIA DO AMANTE, OU, AO MENOS, INTENSIFICA-A
(Ética, Livro III)
Agora reflita como você ama as pessoas, essa definição só serve para isso.
Eu já gostava desse holândes sem conhecer sua filosofia direito, agora então... mais ainda. Eu realmente sou movida por paixões!
quinta-feira, 18 de março de 2010
Para pensar!
"O homem verdadeiramente livre apenas quer o que pode e faz o que lhe agrada".
"Um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão".
"Não fazemos aquilo que queremos e, no entanto, somos responsáveis por aquilo que somos".
"A pior coisa do mal é nos acostumarmos a ele".
"O dinheiro não tem ideias".
(Jean Paul Sartre)
"Seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi em todo o lado arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro, forçado a um estado de estupidez".
(Simone de Beauvoir)
"Um amor, uma carreira, uma revolução: outras tantas coisas que se começam sem saber como acabarão".
"Não fazemos aquilo que queremos e, no entanto, somos responsáveis por aquilo que somos".
"A pior coisa do mal é nos acostumarmos a ele".
"O dinheiro não tem ideias".
(Jean Paul Sartre)
"Seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi em todo o lado arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro, forçado a um estado de estupidez".
(Simone de Beauvoir)
quarta-feira, 17 de março de 2010

Meu coração bate acelerado e emocionado por mais um show deles aqui perto de mim.
Só quem já sentiu sua música o feeling da reggae music sabe do que eu to falando.
Groundation! A melhor banda de reggae da atualidade. Se Jah quiser esse vai ser meu 4º show...fui em todos, nem sou fã:)
Glory to the kings!
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
(Vinicíus de Moraes).
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
(Vinicíus de Moraes).
terça-feira, 16 de março de 2010
Texto para facul!
Puta nem sei se tá certo, pq nem eu consegui entender, só vou saber mais tarde. Mas não custa nada expor! Fui em quem escrevi!kkkk
Em toda a história da filosofia uma das grandes questões expostas foi a do determinismo X liberdade. Estes dois pontos são de grande importância para questão moral de uma sociedade.
Aristóteles em seu livro Ética a Nicômaco trata de vários pontos para se estabelecer uma vida ética, dentre eles o determinismo e a liberdade.
Para um melhor entendimento sobre a questão, deve ser explicitada a distinção importante que o filósofo faz; entre o saber teorético e o saber prático. O teorético é o conhecimento das coisas que acontecem sem a intervenção humana, que independem da ação humana. O prático é o conhecimento que depende de nossa ação, intervenção.
Para Aristóteles nós não deliberamos nem escolhemos as coisas que estão no âmbito do necessário, que para ele é tudo o que é regido pela natureza, ex. hoje está chovendo; esta situação independe da minha ação – o necessário é o que é e será sempre. Por outro lado podemos deliberar e escolher sobre tudo aquilo que para acontecer depende de nossa vontade e ação e só fazemos isso sobre o que é possível. Então na filosofia aristotélica há um determinismo natural visto que não podemos interferir no que é de competência da natureza; a causa e o efeito não dependem de nós. O contingente, o puro acaso de certa forma encontra-se em um paralelismo com a necessidade, tendo em vista que ambos a causa é externa. Então como ter liberdade?
Para Aristóteles ser livre é aquele que tem em si mesmo a causa interna de sua ação ou da decisão de não agir, sem ser constrangido por nada e por ninguém. O ser livre é aquele que age voluntariamente sobre as escolhas possíveis, com sua vontade livre.
Esta vontade livre é determinada pela razão, quando temos a inteligência para escolher e deliberar sobre as coisas.
A liberdade não é nenhum fim em si mesmo. Apenas prepara o espaço no qual o homem age por decisão responsável; essencial é o que ele faz da liberdade.
Em suma o ser não tem liberdade quando está no âmbito do necessário, ele será livre quando houver o possível e junto o poder de escolha.
Em toda a história da filosofia uma das grandes questões expostas foi a do determinismo X liberdade. Estes dois pontos são de grande importância para questão moral de uma sociedade.
Aristóteles em seu livro Ética a Nicômaco trata de vários pontos para se estabelecer uma vida ética, dentre eles o determinismo e a liberdade.
Para um melhor entendimento sobre a questão, deve ser explicitada a distinção importante que o filósofo faz; entre o saber teorético e o saber prático. O teorético é o conhecimento das coisas que acontecem sem a intervenção humana, que independem da ação humana. O prático é o conhecimento que depende de nossa ação, intervenção.
Para Aristóteles nós não deliberamos nem escolhemos as coisas que estão no âmbito do necessário, que para ele é tudo o que é regido pela natureza, ex. hoje está chovendo; esta situação independe da minha ação – o necessário é o que é e será sempre. Por outro lado podemos deliberar e escolher sobre tudo aquilo que para acontecer depende de nossa vontade e ação e só fazemos isso sobre o que é possível. Então na filosofia aristotélica há um determinismo natural visto que não podemos interferir no que é de competência da natureza; a causa e o efeito não dependem de nós. O contingente, o puro acaso de certa forma encontra-se em um paralelismo com a necessidade, tendo em vista que ambos a causa é externa. Então como ter liberdade?
Para Aristóteles ser livre é aquele que tem em si mesmo a causa interna de sua ação ou da decisão de não agir, sem ser constrangido por nada e por ninguém. O ser livre é aquele que age voluntariamente sobre as escolhas possíveis, com sua vontade livre.
Esta vontade livre é determinada pela razão, quando temos a inteligência para escolher e deliberar sobre as coisas.
A liberdade não é nenhum fim em si mesmo. Apenas prepara o espaço no qual o homem age por decisão responsável; essencial é o que ele faz da liberdade.
Em suma o ser não tem liberdade quando está no âmbito do necessário, ele será livre quando houver o possível e junto o poder de escolha.
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