O livro do desassossego do Bernardo Soares heterônimo de Fernando Pessoa, traduz em belos versos o que passa nos recônditos da minha alma, dessa minha singela existência.
O que temos em comum? Essa angústia de querer ser o outro e a incrível medida de viver o momento, o presente a vida que me é palpável e real, mesmo com toda a dor de sê-lo.
(...)" Sou um poço de gestos que nem em mim se esboçaram todos, de palavras que nem pensei pondo curvas nos meus lábios, de sonhos que me esqueci de sonhar até ao fim.
Sou ruínas de edificios que nunca foram mais do que essas ruínas, que alguém se fartou, em meio de construí-las, de pensar em que construía.
Não nos esqueçamos de odiar os que gozam porque gozam, de desprezar os que são alegres, porque não soubemos ser, nós alegres como eles...Esse desdém falso, esse ódio fraco não é senão o pedestal tosco e sujo da terra em que se finca e sobre o qual, altiva e única, a estatua do nosso Tédio se ergue, escuro vulto cuja face um sorriso impenetrável nimba vagamente de segredo.
BENDITO OS QUE NÃO CONFIAM A VIDA A NINGUÉM."
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Voltei
"Ninguém vai me frear,ninguém vai me dizer o que eu devo fazer nessa porra" (Criolo)
E os dias passam, as horas, os minutos, os anos.
A angústia sempre presente, crescente e igual.
A esperança também. Navego pela multidão em busca de uma ilusão para fazer de minha vida um interminável teatro.
Finjo, minto, coexisto. Nos olhos de alguém menos no meu.
A vida e nossa existência tão cansada, vai ficando tediosa e sábia.
Deixemos a vida nos levar na esperança de haver surpresas que façam nosso coração palpitar.
Liberdade? Não existe, somos presos a um corpo, a uma mente, a um universo de energias cósmicas aflitas em seus egos desatenciosos.
O que eu quero? O universo, tenho uma fome física dele, parafraseando Bernardo Soares. Já percebi que minha aflição toda está em quer o impossível e renunciar aquilo que posso ter, afinal intensidade é meu sobrenome e a pretensão meu codinome.
Se eu não puder ao menos desejar, florir minha imaginação com coisas inalcançáveis; se eu não puder sofrer com todas minhas forças, nem que seja antecipadamente, se eu não puder dizer, cuspir, esbravejar ao mundo minhas sensações, se eu não puder fingir minha liberdade, meus amores, minhas dores...... O que eu vim fazer nessa porra?
E os dias passam, as horas, os minutos, os anos.
A angústia sempre presente, crescente e igual.
A esperança também. Navego pela multidão em busca de uma ilusão para fazer de minha vida um interminável teatro.
Finjo, minto, coexisto. Nos olhos de alguém menos no meu.
A vida e nossa existência tão cansada, vai ficando tediosa e sábia.
Deixemos a vida nos levar na esperança de haver surpresas que façam nosso coração palpitar.
Liberdade? Não existe, somos presos a um corpo, a uma mente, a um universo de energias cósmicas aflitas em seus egos desatenciosos.
O que eu quero? O universo, tenho uma fome física dele, parafraseando Bernardo Soares. Já percebi que minha aflição toda está em quer o impossível e renunciar aquilo que posso ter, afinal intensidade é meu sobrenome e a pretensão meu codinome.
Se eu não puder ao menos desejar, florir minha imaginação com coisas inalcançáveis; se eu não puder sofrer com todas minhas forças, nem que seja antecipadamente, se eu não puder dizer, cuspir, esbravejar ao mundo minhas sensações, se eu não puder fingir minha liberdade, meus amores, minhas dores...... O que eu vim fazer nessa porra?
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Agradeço a Jah todo dia pela oportunidade de estar nesse mundo. Mas confesso que a angústia toma conta.
O ser humano é a pior invenção que a natureza pode ter feito, apesar de eu gostar tanto de sê-lo.
Nada mais desesperador do que a falta de sentido, de ter que se virar nesse mundo pra sobreviver, de ter que lidar com gente da sua própria espécie que não se solidariza.
Pelo contrário mata, corrompe, despreza, enfim todos os piores adjetivos existentes encontro todo dia nessa gente.
Não me excluo fora dessa, pois faço parte desta roda viva, mas sou incapaz de arruinar, prejudicar, destruir os sonhos de alguém a troco de nada.
Nunca fui social, nunca soube lidar com tanta sujeira e a cada segundo que passa a certeza que sempre tive se fortalece: que o melhor que faço é viver isolada, com o minimo contato possível com um mundo que só me causa tristeza, decepção e angústia.
O ser humano é a pior invenção que a natureza pode ter feito, apesar de eu gostar tanto de sê-lo.
Nada mais desesperador do que a falta de sentido, de ter que se virar nesse mundo pra sobreviver, de ter que lidar com gente da sua própria espécie que não se solidariza.
Pelo contrário mata, corrompe, despreza, enfim todos os piores adjetivos existentes encontro todo dia nessa gente.
Não me excluo fora dessa, pois faço parte desta roda viva, mas sou incapaz de arruinar, prejudicar, destruir os sonhos de alguém a troco de nada.
Nunca fui social, nunca soube lidar com tanta sujeira e a cada segundo que passa a certeza que sempre tive se fortalece: que o melhor que faço é viver isolada, com o minimo contato possível com um mundo que só me causa tristeza, decepção e angústia.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Tudo é obscuro,
Escuro.
Sinto cada batida do coração.
Cada segundo de respiração.
O que era para ser uma dádiva de percepção.
Hoje não passa de medo.
Não quero sentidos.
Quero paz de espírito.
Paranóia.
Cabeça a mil por hora.
Uma estrofe, um som
Vira orquestra sinfônica na infinitude pensante.
Quero dormir,
Quero sono,
Quero relaxar,
Quero respeito de poder viver aquilo que me aparece.
Sem receitas milagrosas, sem palavras vazias.
Quero poder ignorar o mundo, sem cobranças.
Quero ficar em silêncio, sem obrigação de falar.
Me deixa, me deixa.
(Escrito em Julho de 2011, e ainda hoje nada mudou)
Escuro.
Sinto cada batida do coração.
Cada segundo de respiração.
O que era para ser uma dádiva de percepção.
Hoje não passa de medo.
Não quero sentidos.
Quero paz de espírito.
Paranóia.
Cabeça a mil por hora.
Uma estrofe, um som
Vira orquestra sinfônica na infinitude pensante.
Quero dormir,
Quero sono,
Quero relaxar,
Quero respeito de poder viver aquilo que me aparece.
Sem receitas milagrosas, sem palavras vazias.
Quero poder ignorar o mundo, sem cobranças.
Quero ficar em silêncio, sem obrigação de falar.
Me deixa, me deixa.
(Escrito em Julho de 2011, e ainda hoje nada mudou)
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Tudo é efêmero.
Essa é a única certeza que tenho.
Tudo passa, não temos controle sobre o tempo,
E isso me leva ao desespero.
Queria pegar certos momentos pelas mãos e petrificá-los.
Fazê-lo um molde e guardar fisicamente.
Mas tudo vira só lembrança, e o que fica é aquela angústia de quero mais, de que poderia ser permanente.
Dinâmica da vida que respeito, mas que vez em quando não entendo.
E o que permanece são só momentos, em algum lugar findo de nossa mente.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Fiz 25 anos.
E me peguei a pensar e percebi que nunca me imaginei com 25 anos.
Em nenhum momento, nem na véspera do aniversário.
A sensação que ficou foi de que tudo passou tão rápido e eu não me dei conta.
Apenas vivi.
Engraçado, só agora fui me dar conta da efemeridade da vida, do quanto os momentos são belos e ao mesmo tempo frágeis, como um pó que o vento leva.
Quanto mais o tempo passa, mais a saudade vem. O caminho da velhice se resume a saudosismos, a lembranças doces e amargas que marcam a juventude.
Sou jovem ainda é claro, mas hoje sou completamente diferente de anos atrás. A euforia, a fúria, a ideologia deu lugar à serenidade e a constatação que eu não vou salvar o mundo e muito menos abraçá-lo. Vou viver e fazer aquilo que está ao meu alcance. Sem neuras, sem muita culpa.
Como nunca ansiei, pensei, planejei este momento, deixo a vida me levar.
Encerrando ciclos, arriscando tudo em nome da aventura. Em busca do novo para fazer palpitar o coração novamente.
E o tempo vai passar e daqui a pouco estarei com 30 anos e estarei aqui novamente com a mesma sensação. De que tudo é só momento e o que resta é a efemeridade.
Enquanto isso vou aqui saboreando o gosto amargo do fel do tempo que já passou. Pegar as lembranças e me deliciar com a consciência de cada segundo que a vida me permitiu. Ter a sensação de mim mesma, e agradecer por eu estar viva!
Só tem futuro, quem teve passado e presente, e quem soube aproveitá-los imensamente.
(Camila Lima)
Essa é a única certeza que tenho.
Tudo passa, não temos controle sobre o tempo,
E isso me leva ao desespero.
Queria pegar certos momentos pelas mãos e petrificá-los.
Fazê-lo um molde e guardar fisicamente.
Mas tudo vira só lembrança, e o que fica é aquela angústia de quero mais, de que poderia ser permanente.
Dinâmica da vida que respeito, mas que vez em quando não entendo.
E o que permanece são só momentos, em algum lugar findo de nossa mente.
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Fiz 25 anos.
E me peguei a pensar e percebi que nunca me imaginei com 25 anos.
Em nenhum momento, nem na véspera do aniversário.
A sensação que ficou foi de que tudo passou tão rápido e eu não me dei conta.
Apenas vivi.
Engraçado, só agora fui me dar conta da efemeridade da vida, do quanto os momentos são belos e ao mesmo tempo frágeis, como um pó que o vento leva.
Quanto mais o tempo passa, mais a saudade vem. O caminho da velhice se resume a saudosismos, a lembranças doces e amargas que marcam a juventude.
Sou jovem ainda é claro, mas hoje sou completamente diferente de anos atrás. A euforia, a fúria, a ideologia deu lugar à serenidade e a constatação que eu não vou salvar o mundo e muito menos abraçá-lo. Vou viver e fazer aquilo que está ao meu alcance. Sem neuras, sem muita culpa.
Como nunca ansiei, pensei, planejei este momento, deixo a vida me levar.
Encerrando ciclos, arriscando tudo em nome da aventura. Em busca do novo para fazer palpitar o coração novamente.
E o tempo vai passar e daqui a pouco estarei com 30 anos e estarei aqui novamente com a mesma sensação. De que tudo é só momento e o que resta é a efemeridade.
Enquanto isso vou aqui saboreando o gosto amargo do fel do tempo que já passou. Pegar as lembranças e me deliciar com a consciência de cada segundo que a vida me permitiu. Ter a sensação de mim mesma, e agradecer por eu estar viva!
Só tem futuro, quem teve passado e presente, e quem soube aproveitá-los imensamente.
(Camila Lima)
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Os ombros suportam o mundo
O poema diz por si próprio o que acontece.
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
(Carlos Drummond de Andrade)
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
(Carlos Drummond de Andrade)
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Reflexões não extensas.
Amy faleceu.
Para mim ela era linda, super talentosa, e humana, com suas falhas e virtudes, com suas escolhas. Direta ou indiretamente pagou por suas escolhas, ponto.
Em um tempo onde tudo se esvai em questão de milésimos de segundo, o que mais vi nesses últimos dias foi gente fazendo piadas inadequadas, se gabando de ter acertado a “previsão” de sua morte prematura, criticando-a pelo seu estilo de vida. Vi, ouvi de tudo, menos que ela era um SER HUMANO.
A mídia, essa grande roda com suas teias, chamada sistema, cristalizou uma imagem de Amy Winehouse e todo mundo comprou. A imagem de drogada, louca, inconseqüente que não merece créditos. Coisificaram Amy, ela virou um produto, uma marionete em prol do lucro de alguns, incluindo ela. E sobre produtos não há sentimentos nobres, somente o de posse.
A imagem de Amy provocava nas pessoas uma certa “admiração” por parte daqueles que no fundo queriam ter seu estilo de vida, mas não tinham coragem e/ou a critica dos moralistas de plantão que usam o alheio para externar o que há de pior em si.
Enfim, o que me deixa mais triste é que mesmo depois de sua morte, Amy Winehouse ainda continuará sendo um produto, trazendo lucro para os mesmos, sendo lembrada como uma lenda desse lixo cultural, menos como SER HUMANO.
----------------------------------------------------------------------------------
Deste fato com Amy, me pego a refletir sobre a diferença.
Na minha humilde opinião o cristianismo trouxe consigo o pior de todos os sentimentos, o da semelhança. Querer impor a semelhança é o maior desserviço que a moral cristã nos trouxe.
Desejo de semelhança gera intolerância. Conta fácil de fazer e que a história da humanidade não nos deixa mentir. Quantas guerras, quanto sangue derramado, quantas vidas ceifadas tudo causado em nome da semelhança. Adolf Hitler que o diga.
NÃO SOMOS SEMELHANTES EM ABSOLUTAMENTE NADA, SOMOS DIFERENTES EM TUDO! Daí, o que ainda se assiste – apesar de todos os “avanços”, é gente querendo impor para o outro aquilo que se é. Não se tolera o diferente, querem que o outro seja igual a si. Nesta cegueira coletiva continuamos a caminhar sobre o mais primitivo, o mais perverso.
A diversidade é a dinâmica, a característica mais fascinante da natureza, por que ninguém percebe?
----------------------------------------------------------------------------------
Somos frutos da era do individual.
Não sejamos hipócritas, cada um olha para o seu umbigo, se move para o que lhe interessa.
O ser humano sempre tendeu ao individualismo, porém nesta era mercado-consumo tudo está potencializado.
O individualismo não desaparecerá, isto é utopia. O que poderia ser feito para amenizar?
O ser humano tentar se colocar no lugar do outro, ao menos em pensamento.
Para mim ela era linda, super talentosa, e humana, com suas falhas e virtudes, com suas escolhas. Direta ou indiretamente pagou por suas escolhas, ponto.
Em um tempo onde tudo se esvai em questão de milésimos de segundo, o que mais vi nesses últimos dias foi gente fazendo piadas inadequadas, se gabando de ter acertado a “previsão” de sua morte prematura, criticando-a pelo seu estilo de vida. Vi, ouvi de tudo, menos que ela era um SER HUMANO.
A mídia, essa grande roda com suas teias, chamada sistema, cristalizou uma imagem de Amy Winehouse e todo mundo comprou. A imagem de drogada, louca, inconseqüente que não merece créditos. Coisificaram Amy, ela virou um produto, uma marionete em prol do lucro de alguns, incluindo ela. E sobre produtos não há sentimentos nobres, somente o de posse.
A imagem de Amy provocava nas pessoas uma certa “admiração” por parte daqueles que no fundo queriam ter seu estilo de vida, mas não tinham coragem e/ou a critica dos moralistas de plantão que usam o alheio para externar o que há de pior em si.
Enfim, o que me deixa mais triste é que mesmo depois de sua morte, Amy Winehouse ainda continuará sendo um produto, trazendo lucro para os mesmos, sendo lembrada como uma lenda desse lixo cultural, menos como SER HUMANO.
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Deste fato com Amy, me pego a refletir sobre a diferença.
Na minha humilde opinião o cristianismo trouxe consigo o pior de todos os sentimentos, o da semelhança. Querer impor a semelhança é o maior desserviço que a moral cristã nos trouxe.
Desejo de semelhança gera intolerância. Conta fácil de fazer e que a história da humanidade não nos deixa mentir. Quantas guerras, quanto sangue derramado, quantas vidas ceifadas tudo causado em nome da semelhança. Adolf Hitler que o diga.
NÃO SOMOS SEMELHANTES EM ABSOLUTAMENTE NADA, SOMOS DIFERENTES EM TUDO! Daí, o que ainda se assiste – apesar de todos os “avanços”, é gente querendo impor para o outro aquilo que se é. Não se tolera o diferente, querem que o outro seja igual a si. Nesta cegueira coletiva continuamos a caminhar sobre o mais primitivo, o mais perverso.
A diversidade é a dinâmica, a característica mais fascinante da natureza, por que ninguém percebe?
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Somos frutos da era do individual.
Não sejamos hipócritas, cada um olha para o seu umbigo, se move para o que lhe interessa.
O ser humano sempre tendeu ao individualismo, porém nesta era mercado-consumo tudo está potencializado.
O individualismo não desaparecerá, isto é utopia. O que poderia ser feito para amenizar?
O ser humano tentar se colocar no lugar do outro, ao menos em pensamento.
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